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Maranhense morto na Ucrânia pode não ter corpo repatriado ao Brasil

A morte do maranhense Mateus Sandyel da Costa Campos, de 24 anos, durante um combate na guerra entre Ucrânia e Rússia voltou a chamar atenção para a presença de brasileiros no conflito, muitos deles integrados à Legião Internacional de Defesa Territorial da Ucrânia, unidade militar oficial criada pelo governo ucraniano para recrutar combatentes estrangeiros. Além dos riscos inerentes aos confrontos, voluntários e familiares enfrentam dificuldades burocráticas após a morte em combate, já que o Governo Federal não custeia o traslado dos corpos ao Brasil.

No caso de Mateus, o corpo permanece em uma área controlada por forças russas, o que pode impedir seu retorno ao Maranhão.

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