A Justiça marcou para o dia 24 de fevereiro o julgamento do empresário Lucas Porto, acusado de estuprar e matar por asfixia a publicitária Mariana Costa. O réu chegou a confessar a autoria do crime, mas depois ele voltou atrás e negou ter cometido o crime.

Segundo a Polícia, as provas são irrefutáveis, com amostras de DNA da vítima nas roupas do suspeito e amostras de DNA do suspeito no corpo da vítima e na cena do crime. Os familiares de Mariana não sentem dúvidas quanto a culpa de Lucas e culpam os advogados pela demora na resolução do caso.

O crime foi cometido no dia 13 de novembro de 2016 e durante audiência realizada em 2018, ficou estabelecido que Lucas Porto iria a júri popular.

Relembre o caso:

A publicitária foi encontrada morta em seu apartamento no apartamento em que morava, localizado na Avenida São Luís Rei de França, Turu. Mariana era filha de Sarney Neto e sobrinha-neta do ex-presidente José Sarney, tinha 33 anos e duas filhas.

De acordo com a perícia da Polícia Civil, ele foi ao prédio para deixar Mariana e as suas duas filhas após participarem de um culto. Porém, ele subiu uma segunda vez ao apartamento da cunhada e, após descer em definitivo, efetuou longas ligações no hall do edifício.

Lucas tinha marcas de arranhões no corpo e no rosto, além disso as câmeras do prédio o mostraram saindo correndo pelas escadas do prédio. Ele foi preso na casa da vítima, quando voltou para prestar condolências.

Desde então, várias reviravoltas foram registradas no caso. Segundo os especialistas, a principal motivação para a série de adiamentos e medidas tomadas pelos advogados do empresário tinham como objetivo prolongar o máximo possível o julgamento dele.